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Era uma vez uma garotinha, ela era loira, pequenina e tinha os olhos esverdeados como o mar, e com um toque de castanho como a terra. Ela era cheia de sonhos e de vontades, ela gostava muito de pensar, e de refletir, algumas vezes ficava perdida, mas achava normal, afinal, todos os humanos eram assim. Ela era feliz, muito feliz, e assim se sentia a maioria das vezes, mas em certas ocasiões, jogava para o alto toda aquela felicidade, e resolvia não acreditar no amor, mas acontece que o amor a amava, e sempre a acompanhava aonde quer que ela fosse, mas as vezes o amor era obrigado a se afastar, por conta de um sentimento muito egoísta, chamada raiva, ela empurrava o amor e ele caia, as vezes o empurrava com tanta força que ele ia parar longe de sua garotinha, o amor não tinha muita simpatia pela raiva, por dois motivos bem convincentes, primeiro por que o amor era muito justo, e não gostava do modo que a raiva tratava ele e sua garotinha, muitas vezes o afastando dela, aquela a qual ele tanto cuidava, segundo, por que achava a raiva mal educada, e sem escrúpulos.
Nas vezes em que a raiva conseguia tirar o amor da sua garotinha, instantaneamente ficava quase que incomunicável com a sua amiga, o amor nunca compreendia porque a raiva conseguia tira-lo de perto de sua querida, mas um dia passeando por ai, o amor parou e pensou
- O que seria daquelas pessoas se não as tivessem usado um dia?
E então foi que o amor percebeu que cada vez que ele usava uma pessoa, um pouco dele permanecia dentro de cada uma, e percebeu também que sem ele aquelas pessoas seriam infelizes pelo resto de suas vidas, desde então o amor passou a compreender a raiva, afinal, ela de certa forma ajudava o amor, de um jeito meio grosseiro mas ajudava, assim como os seres humanos cada sentimento tem o sei jeito, e o Amor compreendia isso.
Ele também pode perceber que cada vez que ele voltava para a sua pequenina dos olhos brilhantes, ele voltava cada vez mais feliz, por estar perto dela novamente, e ai ele crescia e ficava cada vez mais forte.
Nessa vida, é necessário sentirmos raiva, e que fiquemos bem, e mal, mas acima de tudo que a gente tenha amor!
Nas vezes em que a raiva conseguia tirar o amor da sua garotinha, instantaneamente ficava quase que incomunicável com a sua amiga, o amor nunca compreendia porque a raiva conseguia tira-lo de perto de sua querida, mas um dia passeando por ai, o amor parou e pensou
- O que seria daquelas pessoas se não as tivessem usado um dia?
E então foi que o amor percebeu que cada vez que ele usava uma pessoa, um pouco dele permanecia dentro de cada uma, e percebeu também que sem ele aquelas pessoas seriam infelizes pelo resto de suas vidas, desde então o amor passou a compreender a raiva, afinal, ela de certa forma ajudava o amor, de um jeito meio grosseiro mas ajudava, assim como os seres humanos cada sentimento tem o sei jeito, e o Amor compreendia isso.
Ele também pode perceber que cada vez que ele voltava para a sua pequenina dos olhos brilhantes, ele voltava cada vez mais feliz, por estar perto dela novamente, e ai ele crescia e ficava cada vez mais forte.
Nessa vida, é necessário sentirmos raiva, e que fiquemos bem, e mal, mas acima de tudo que a gente tenha amor!


1 comentários:
Amor, seu texto é lindo! E concordo quando você comentou que na vida nós devemos sim sentir raiva ou tristeza, mas que acima de tudo, nós tenhamos amor dentro da gente.
Parabéns!
Ah, vi que você tá começando agora também igual a mim :D
Dá uma passadinha lá no meu também, bjos.
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